quinta-feira, 28 de junho de 2007

Imagens de um ano

No artigo passado homenageei as minhas queridas companheiras de Irmandade. Hoje, em jeito de despedida da FPCEUP, deixo-vos uma compilação de fotos do ano que passou.

Em cima, à esquerda, o dia do meu 18º aniversário, muito mimada por todos da FPCEUP (com mais fotos no artigo referente a esse dia). À direita, o jantar da minha festa de anos. A música no Act desanimou-me, mas o jantar foi bastante agradável (a companhia ajuda sempre... E muito!) - cada vez que me lembro da minha cara de surpresa quando os empregados do restaurante puseram a tocar os "Parabéns a você"! LOL
E aqui temos todas de laranjinha em preparação para a latada, em cima à esquerda, ainda nos meus tempos de praxe. À direita, uma foto de uma noite da queima, a seguir ao Cortejo Académico. Só boas recordações! O laranja é uma cor magnífica que pintou para sempre o meu coração de alegria e sentimento de pertença.
Em baixo, o único jantar do 1º ano a que fui. Embora não fosse uma quantidade de pessoas significativamente representativa - se não me engano éramos 28! - foi bastante divertido, cheio de cantigas, "gritos de guerra" e brindes.
A seguir, umas fotos tiradas na biblioteca (sim, é verdade, a biblioteca da FPCEUP serve para muita coisa... No fim da lista está, de facto, o estudo e o trabalho. LOL). Relembro que foi também na biblioteca que os trabalhos de grupo de ICS se tornaram um pretexto para a loucura e o delírio totais que são a base da Irmandade da Távola Redonda.
Enfim, é de facto positivo o balanço que faço deste ano no Porto. Uma cidade bonita, cheia de uma atmosfera de novidade (para mim, pelo menos), pessoas adoravelmente simpáticas, um calor humano que não conhecia e nem pensava que existisse. E depois há, claro, o facto maravilhoso de poder estar com a minha prima todos os dias. :-)
A foto seguinte foi tirada durante um pequeno passeio pelo Porto com a Carina, na semana passada. Fica aqui para mostrar a todos o quão bem me enquadro no Porto.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Especial Irmandade da Távola Redonda

E cá estou eu de novo no Luxemburgo para cerca de 4 semanas de férias no que mais se assemelha com o passado que tanta falta me faz. Já revi alguns amigos (a Bárbara, o Tiago Pombo, o Edgar, a Sara e a Margarida), já jantei com a família... Mas há ainda tanto pela frente - espero! Só agora me estou a compenetrar do quanto, durante o Verão em que vou reencontrar velhos amigos e matar saudades de vidas passadas, vou também sentir umas enormes saudades das 7 meninas que a partir de Setembro "abandono" ao tentar mudar de curso. Sei que as coisas não vão ser as mesmas sem vos ver todos os dias, assim como, por mais fantásticas que tenham sido comigo, as coisas não são as mesmas sem ver as pessoas com quem cresci durante 6 anos na Escola Europeia, pessoas com quem continuo a aprender e a partilhar um pesado passado. Por exemplo, quero deixar aqui um obrigado sentido à Mylène que me mostrou que as coisas podem não ser negras como eu penso que são, que, pelo contrário, a reacção que me parece de fuga pode ser um acto de coragem. Haja sempre amigos para nos mostrar outras perspectivas. Mas regressando às ladies da Irmandade da Távola Redonda, tenho de explicar que este é um artigo totalmente dedicado a todas e a cada uma delas, em honra de tantos momentos fabulosos que ficaram gravados para sempre no meu coração. E com certeza nos vossos!

Quando estas fotografias foram tiradas, por altura do almoço no FCDEF, também conhecido como "NBA Invertido", ainda éramos apenas 7, ainda não tínhamos pedido à Babydoll para se juntar a nós; mas aqui estamos, mais felizes do que nunca, depois da frequência de MOP.
A Screw sempre querida, toda fofinha; a Pomponae, sempre lindíssima, de olhos doces e meigos; a nossa Rainha Leão, segura de si mesma; a Pinipon, caladinha mas boa ouvinte e companheira; a Minnie, com quem as gargalhadas nunca acabam, menina perigosa da Areosa; e a nossa não menos importante JoanExpress, que se agarra com unhas e dentes à vida.
No almoço de 14 de Fevereiro, também conhecido como "Solteiras e Boas Raparigas", sobre o qual já aqui escrevi, não estivemos todas presentes. Apesar de tudo, foi um almoço bastante importante, já que foi a mesa onde nos sentámos que deu o nome à nossa Irmandade - a mesa era redonda. É claro que foi preciso mais do que essa mesa para baptizarmos a nossa Irmandade: quando começámos a dar-nos todas, durante os trabalhos de grupo de ICS, "trabalhávamos" na biblioteca sentadas numa mesa redonda.
À direita, podemos ver a felicidade de uma manhã especial: o aniversário da nossa Minnie, toda sorridente com o Mickey que lhe oferemos! E finalmente temos uma foto com a Babydoll (embora nessa altura ela ainda não fosse oficialmente uma lady da Távola Redonda). A nossa linda e espirituosa Soraia que tem energia para dar e vender. :-)
Tantas fotos mereciam aqui estar... Porque cada uma delas é um testemunho especial da amizade, da magia, da maluquice e da sintonia que uniu 8 meninas. Não sei como começar a explicar o quão importante foi para mim ter-vos encontrado. Quero deixar bem claro que, desde Outubro, foram tudo para mim naquela faculdade. E lá por eu não querer a FPCEUP, não quer dizer que não vos queira a vocês! Um grande e muito sincero "obrigado" pela vossa existência! Obrigada pelo apoio, pela companhia, pelo carinho, pela compreensão, pela alegria e, sobretudo, pela paciência! ADORO-VOS!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

RAW ao jantar

No Sábado à noite levei o meu irmão a ver o espectáculo "WWE - RAW Live" ao Pavilhão Atlântico. Quando soube, por acaso, que vinham cá a Portugal, instantaneamente tive a ideia de fazer esta surpresa ao Bruno, pois sabia que ele andava maluco pelo wrestling. Verdade seja dita, soube do futuro acontecimento enquanto assistia, pela primeira vez, ao programa da Sic Radical. Estava deitada na cama à procura de qualquer coisa para ver antes de dormir e parei ali. Não tinha nenhuma razão para estar interessada, mas inexplicavelmente não consegui continuar a navegar pelos canais. Quando foram para intervalo anunciaram a vinda a Portugal e decidi imediatamente que tinha de levar o meu irmão, até porque não me parecia assim tão mau para mim própria.

Chega Sábado e lá estamos os dois sentados num dos balcões do Pavilhão, longe demais para ver a 100%. Doeu-me o coração não ter conseguido fazer uma surpresa como deve ser. Devíamos ter ficado à frente de tudo, era esse o meu plano original. Porém, quando finalmente fui comprar os bilhetes, não havia mais à frente do que aqueles que consegui. Na altura não fiquei muito desiludida; fiquei até algo aliviada por não gastar tanto como tinha planeado. Só no própria dia do espectáculo senti a amargura de não conseguir efectuar as coisas perfeitamente. Sobretudo quando Randy Orton atirou John Cena para o público que assistia ao combate na primeira fila. Num ápice todos se levantaram e precipitaram para o local de aterragem do maior ídolo do momento (no que toca ao wrestling, pelo menos), parecia que todos queriam um pedaço dele! E eu, morta de inveja! LOL Embora, tenhamos de admitir, "he can't see me". :-P
Um mistério o porquê destes homens estarem mais interessados em lutar do que em prestar atenção às mulheres do público... Mas, pensando bem, quem priva com as Divas nos bastidores, pouco melhor deve encontrar nas fãs. Autênticas top models que lutam profissionalmente são mais compatíveis com aqueles homens exageradamente musculados do que a mulher média. LOL
Gostei bastante e espero ter oportunidade de voltar a assistir a um espectáculo semelhante. Li no jornal que pensam regressar ao país de Camões no ano que vem. Quem sabe eu decida levar de novo o Bruno. Talvez até o Tiago, que também começa a gostar de wrestling com os seus muito precoces 5 anos.
Beijinhos!

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Eu queria o Tesouro dos Piratas, mas tenho o Tesouro da Amizade

Apesar de não ser intenção minha, este acabou por ser mais um dia passado em Irmandade (mais uma vez, peço desculpa à minha prima adorada). E que programa melhor, para continuar tradições bem antigas como a de "ir-ao-cinema-ver-filmes-blockbusters-na-tarde-do-último-exame", do que ver pela segunda vez "Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo"? Só se for um programa que inclua almoço E ver de novo o filme!

Ainda me lembro da ansiedade e da antecipação de anos passados... Sobretudo eu e a Luísa, fazíamos planos para ir ver algum filme sonante (o mais recente "Harry Potter" ou "Senhor dos Anéis") depois de fazermos o último exame, tanto no Natal como no Verão. E que alegria era ver chegar esse feliz e despreocupado momento!... Tenho saudades desses tempos...
Tentando não me dispersar muito nas memórias "Luisianas", LOL, o que eu queria dizer é sobretudo dirigido a 7 magníficas ladies que significaram muito para mim este ano e por isso vou ter saudades de não as ver regularmente (mas não se escapam tão facilmente à minha presença! De vez em quando fazemos uns almoços, vamos visitar as terrinhas, como prometido, e muito, muito, muito mais que ficou por fazer!). Babydoll, JoanExpress, Minnie, Pinipon, Pomponae, Rainha Leão e Screw: não há maneira de eu alguma vez me esquecer de vocês! Adoro-vos muito!

terça-feira, 5 de junho de 2007

Alma que brilha à chuva e chora ao Sol

Queridos amigos, caros visitantes do meu muito querido blog, escrevo-vos do Luxemburgo. Já há muito tempo que não tinha o prazer de o fazer. De publicar um artigo em terras do Grão-Duque, quero dizer. Vim cá passar uma semanita antes de começar a época de exames.

Na Sexta, quando cheguei, fui, finalmente, ver "Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo" com a minha irmã. Gostava de ter visto assim que saiu, mas tive de esperar uma semana. Que bom sentar-me na sala 10 do Utopolis e ver o filme, sossegada, sem preocupações! E que felicidade saber que, ao contrário do que eu pensava e muito me atormentava, este filme não é a despedida da saga que cativa sobretudo pela presença do excelentíssimo Orlando Bloom e do divino Johnny Depp no já imortal papel de "Captain" Jack Sparrow! No Sábado choveu à tarde. Enquanto via da cozinha, com a porta aberta, a chuva a cair no terraço e na relva do jardim, senti-me em casa. E foi esse o primeiro momento em que me senti em casa desde que aqui cheguei. Tinha saudades do meu pai, mas pouco estive com ele até aí. Nem a vermos juntos os FRIENDS me consegui sentir em casa (e este era um dos nossos passatempos mais familiares e típicos). Tinha saudades da minha irmã, mas assim que estamos juntas é só discussões. Tinha saudades do quarto que foi testemunha de tantos momentos da minha vida, mas agora nem consigo estar nele de tão desarrumado que está - a minha irmã transformou-o numa espelunca pior do que a que fazia em apenas metado do quarto quando eu cá vivia. E ver a chuva cair no mesmo lugar e da mesma maneira que sempre caiu, foi a única coisa que conseguiu fazer-me sentir em casa. Lembrou-me uma tarde, há cerca de um ano atrás, em que vesti uma roupa velha e fui lá para fora submeter-me à raiva de uma chuva de Maio. Desejei ir de novo lá para fora, qual renovação-repetição de um ritual, mas não encontrei a motivação suficiente para fazer face à preguiça de vestir uma roupa velha (que nem sabia onde procurar) e, depois da chuva, voltar a tomar banho (o que tinha feito há poucas horas). Limitei-me a uma observação passiva que pouco consolou a alma. Mas ainda assim, foi bom. Ontem, fui passear com o Renato e fiquei a conhecer paisagens do Luxemburgo que já devia ter visitado há muito tempo. Foi uma (pequena) tarde bem passada; o sol condescendeu em brilhar fortemente para se vingar de eu ter barafustado com a previsão de chuva durante toda a minha estadia aqui. Eu gosto de sol e bom tempo, mas o calor excessivo não condiz comigo e eu continuo a dizer que tenho uma menor resistência a temperaturas que outros suportam facilmente.
Pouco mais tenho a dizer sobre estas mini-férias. Apenas que gostaria que se prolongassem para sempre. Da próxima vez que estiver no Luxemburgo, tenho de visitar com mais pormenor paisagens lindas como estas.