quinta-feira, 20 de julho de 2006

"Parto para a tropa"... Esperam por mim?

Antes de mais quero retirar a fúria contra a minha irmã que deixei transparecer no último artigo: a pobre da rapariga até foi querida e deixou cá a máquina, mas num saco onde nunca me lembrei de procurar. Conclusão: encontrei a máquina; mana, desculpa! No entanto, as fotos vão ter de esperar até uma altura mais oportuna do que esta, daqui a algumas semanas.

Sei que tenho descurado a minha assiduidade de escrita no meu blog, mas tem-me sido impossível sentar e programar a mente para a manipulação de palavras. Não tenho feito nada que valha a pena partilhar convosco, o que também não ajuda muito no acto de escrita. Parto amanhã para Portugal com provavelmente o triplo da bagagem normal. Uma mala enorme de plástico duro que parecia que ia rebentar ao fechar, dois sacos grandes de roupa e calçado que não cabiam na tal mala (mas também são só para o fim do Verão: vou deixá-los em casa da minha avó até lá) e duas malinhas de usar a tiracolo com CDs. Apesar de tudo acho que é razoável este fruto de um dia de trabalho, só ainda não descortinei onde meter o saco da roupa que não teve tempo de ir a lavar. Já estão a imaginar aqui a menina a andar em pleno Minho (ou até Porto e Lisboa, já que parto para estas duas cidades no Sábado bem cedo - 12 horas apenas depois de ter chegado a casa dos meus avós) com um saco de plástico do Auchan com roupa amachucada...LOL Um problema para resolver amanhã de manhã. Estou completamente exausta, acho que nunca estive tão perto de cair redonda no chão. Não me admiro se dormir os 2 dias de viagem de carro até Portugal... Só quis passar por aqui antes de me ir embora, pois até à próxima vez que poderei ter acesso a um computador com net pode passar-se muito tempo. Vou ter saudades da sensação de ser lida, mas estarei a preparar, durante as férias, o meu regresso ao mundo literário mais ortodoxo.
Ansiando pela próxima vez que terei o prazer de aqui voltar, deixo-vos uma reserva de milhões de beijos, para que nunca vos falte o meu carinho.

terça-feira, 11 de julho de 2006

De férias!

Não dá para acreditar que estou de férias, não dá... É simplesmente bom demais para ser verdade! Enfim, não é assim tão "bom demais", quer dizer, ainda tenho de tratar de uns assuntos, encaixotar os meus pertences... e mentalizar-me de que me vou embora.

Desde que escrevi o último artigo muito se passou. A oral de Português, que encerrava os meus exames, correu-me tão mal como a oral de História me tinha corrido bem. Correu tão mal que quando saí da sala fiquei imensamente abatida, nem me ocorria o doce pensamento de que estava finalmente de férias. Só consegui levantar a névoa do meu dia quando me sentei na cadeira do cabeleireiro.
Nessa tarde a minha mãe chegou de Portugal e fomos às compras durante horas. A seguir fui à reunião da Benção das Pastas e, para acabar a correria desse dia, ao jantar com quase toda a turma. A minha mãe também esteve presente e depois de termos jantado veio connosco a uma festa de música techno! Mas não ficámos muito tempo porque eu queria era ouvir hip hop e a Luísa estava a demorar-se para nos levar até essa tenda, e eu já não aguentava mais os meus pés. Estive o dia todo com as sandálias de salto alto que tinha levado para a oral. Quando me deitei na cama do quarto de hotel da minha mãe, estava tão cansada que, apesar de estar ansiosa pelo dia seguinte e ficar algo disperta até às 3 da manhã, o meu cérebro começou a descansar logo. Não sei se me faço entender. O que quero dizer é que, normalmente, quando estou muito ansiosa e não consigo dormir mal me deito, não descanso nada até finalmente cair no sono. Mas o meu cansaço era tão grande nesse dia que não precisei de adormecer para me sentir a descansar.
Tendo dormido apenas cerca de 4 horas, é de admirar que tenha acordado tão bem-disposta e não tenha adormecido durante a cerimónia de entrega dos Diplomas. Na verdade a cerimónia até se passou muito bem, não foi aborrecida, só tenho pena que o som fosse tão mau: pouco ouvi dos discursos e quase não ouvi o meu nome quando me chamaram para ir receber o Diploma. Como muitos, também eu tropecei nas escadas para subir ao palco. Felizmente foi muito ligeiramente; ninguém reparou. Quando voltei ao meu lugar dei apenas uma vista de olhos à média e às notas, porque queria ver os outros a receber o Diploma. Mas acho que mesmo que eu fosse a última a recebê-lo não teria dedicado muito mais do que 3 segundos a olhar para aquela folha: a minha média desceu desastrosamente e vislumbrei notas inexplicáveis! Uma catástrofe completa! O meu humor só melhorou quando ouvi chamar o meu nome para receber o prémio de Português! Mas até esse momento foi marcado por falta de graciosidade: tinha 6 pernas entre mim e o corredor e tive de me espremer para conseguir passar. Quase caía por cima dos rapazes, que eram quem tinha pernas maiores de entre essas 3 pessoas.
Almocei. Preparei-me para o baile. Saí de casa. O baile não foi nada de especial. Para além disso, não posso enriquecer este artigo com fotos do baile porque, acabei de descobrir, a minha irmã tem mais serradura na cabeça do que aquela que lhe permitiria lembrar-se de me deixar a máquina fotográfica antes de ir para Portugal, apesar de eu e a minha mãe lhe termos dito que bem a podia deixar cá para mim. Estou tão furiosa que nem quero escrever mais; limito-me a dizer que no dia seguinte ao baile foi a Benção das Pastas, Itália sagrou-se campeã mundial e, posteriormente ao fim desse jogo, eu, a minha mãe e a cabeça-de-vento da minha irmã fomos para a rua gritar e festejar, como umas doidas, com a intenção de que pensassem que éramos Italianas. E acho que conseguimos "enganar" a maior parte dos carros que passaram ali na ponte que vai da Gare até ao Lisboa II.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Faltou-nos um bocadinho assim...

Não sei se doeu mais perdermos agora do que teria doído termos perdido no Sábado passado. De qualquer maneira, a Selecção chegou muito longe e o 3º lugar ainda não nos está vedado. Começaram por jogar muito bem frente à França, mas os nervos levaram a melhor depois daquele golo de Zidane. Oportunidades, houve-as. Nunca se concretizaram em algo mais. Qual é o sentimento que vos fica depois disto? Partilhem-no através de comentários....

Eu só posso dizer que estou dividida. Por um lado, estou contente por Portugal ter chegado tão longe. Por outro, seguindo o célebre espírito de "quero o braço para além da mão", queria mais do que isto. Acho que temos vindo a preparar o caminho para alcançarmos algo de grandioso, mas até agora já nos escapou o título Europeu e o título Mundial. Portugal não merecia ficar por aqui. Se depois do golo de Zidane a Selecção pode ter deixado de "merecer" ganhar este jogo, certo é que não merecia ficar por aqui. Isso é que não.
Não vos posso garantir com muita certeza, pois já lá vão 2 anos e eu tendo a atenuar os meus sentimentos passados, mas até acho que estou mais triste por esta não-vitória (já que também não foi uma derrota, sobre isso temos de estar todos de acordo) do que estive após a Tragédia Grega.
Beijinhos muito, mas mesmo muito desconsolados.

Crónica de uma tarde de Verão

Mais uma bela tarde de calor na cidade do Luxemburgo. Cinco colegas do 7PO tiveram a ideia de reunir-se num parque para trocar conhecimentos de Português, na esperança de terem uma boa nota na oral. O Zé quis experimentar o granizado da Filipa e logo decidiu comprar um para ele, mas não gostou do sabor que tinha escolhido, então a Filipa aceitou uma troca. Do centro até ao parque, ela foi-lhe contando a história de "Os Maias". Chegados ao parque, os cinco não conseguiam chegar a acordo sobre do que falar primeiro. Começaram por Mário de Sá-Carneiro; ninguém sabia nada de especial sobre ele, até que a Luísa recordou que "ah! Era aquele homossexual!" (lá se vai o pedido para não se fixarem nesse pormenor). Uma hora depois, a Luísa e o Zé foram embora. Escusado será dizer que pouco mais se estudou entre os três que ficaram: a Claudia, o João e a Filipa. Deitada na relva a Filipa chamava a atenção constantemente para o que era mais importante: a chegada da mãe daí a 2 dias. A Claudia e o João torturaram a pobre citadina com retórica sobre a Natureza e os seus terríveis insectos tão temidos pela Filipa, que apesar de tudo continuou deitada na relva, com os seus óculos de sol, à sombra de uma árvore. Depois de uma conversa sobre tudo e sobre nada, com vagas expressões de desejos e planos para o Verão, a Claudia teve de apanhar o autocarro, de maneira que o João e a Filipa decidiram ir jantar ao Quick antes que caísse a trovoada que entretanto tinha começado a formar-se. Mas o João tinha sido assaltado pela Luísa; "pediu" à Filipa que pagasse o jantar, de maneira que continua assim a viver às suas custas. Para além disso teve o despautério de dizer que a Filipa não ia ter um verdadeiro curso superior!

Assim que a Filipa chegou a casa começou a chover. Ela espera que seja só lá fora e não dentro do coração de todos os Portugueses que anseiam pela presença da Selecção na final do Mundial.

terça-feira, 4 de julho de 2006

O Arrastão

Ultimamente ando sem vontade de fazer nada. Custa tanto mexer-me: arrasto-me. Detesto o calor! É que por esta altura do ano, em que o calor se apodera do planeta, a minha outra faceta, o meu outro lado (porque não o "lado solar"?), apodera-se do meu corpo e, por mais que eu lute, é impossível resistir. A verdadeira Filipa afoga-se, perde-se nesta outra personalidade. Quase me sinto fragmentada. LOL

No entanto, ontem, depois da oral de Inglês (que correu razoavelmente bem), passei a tarde toda de um lado para o outro com a Luísa e com o João. Algures no meio da tarde a minha irmã juntou-se a nós. Foi um programa improvisado mas muito porreiro. Hoje acordei tão cansada como se tivesse passado a noite na discoteca, apesar de me ter deitado apenas à meia-noite.
Já falta pouco para o dia D.
Beijos para todos!

domingo, 2 de julho de 2006

"Day by day"

Porque não sei o que escrever sobre o dia de hoje, "escrevo" sobre um sentimento que me assalta frequentemente, como acontece neste momento. Sem rumo, desorientada, desnorteada, sobrecarregada... Não sei o que fazer, não sei... Esta letra é da música que podem ouvir se visitarem o meu perfil.

"Day by day
Just take it slow down
Day by day
Just hanging till now
Maybe I will have one day
To find myself in this world
Maybe I would like to stay
Awake until the morning comes
A million ways to spend time
Is this like on TV
A million ways to be wild
To set yourself free
Day by day, just take it day by day now
Just take it slow down
Day by day, just take it day by day now
Just hanging till now
To proceed
It's time to close now
I think I'll have to go
Just trying to find a way back home
But there's always someone else to go
I wonder if it matters
When you see me grow
If is it with the world
Forever
Day by day, just take it day by day now
Just take it slow down
Day by day, just take it day by day now
Just hanging till now
Day by day, just take it day by day now
Day by day, if you lose a round
You can still win in the end
Just take it day by day now
Day by day, just take it day by day now
Just take it slow down
Day by day, just take it day by day now
Just hanging till now"
Blister

sábado, 1 de julho de 2006

Estamos nas meias-finais!

É verdade. Mas para o conseguirmos foram 2 horas de sofrimento... O golo que nunca mais vinha... O golo que não chegou a vir! Foi um jogo lindo, a Inglaterra deu luta, mas a Selecção jogou muito bem. O vencedor estava reservado para se decidir nas grandes penalidades, tal como aconteceu no EURO 2004. O Ricardo voltou a mostrar do que é capaz, depois de ter passado uma fase tremida. Bateu hoje o recorde por defender 3 penalties num jogo tão avançado do Mundial. O Cristiano Ronaldo marcou o penalti da victória, mas pareceu que não se resolvia: pára, arranca, pára, arranca... Ele e o coração de todos os portugueses partilharam este ritmo durante os 3-4 segundos que foram precisos para a bola se afundar na rede. Mas claro, toda a equipa está de parabéns: sinto orgulho de respirar o ar do Tejo onde o Ricardo cresceu para ser a nossa estrelinha hoje; sinto orgulho de todos eles; sinto orgulho de ser Portuguesa!

Vamos jogar com os Franceses na Quarta... Nem sei o que esperar... Se tivesse sido o Brasil a passar, tinha a certeza que perdíamos... Assim, começo a deixar um raio de esperança brilhar.

"Será de mais pedir a taça?" vs. "Porque não pedir o mundo?"

Acho que uma das muitas excelentíssimas recordações que tenho do Verão de 2004, aquele magnífico Verão, é a do EURO 2004. Ir ver os jogadores passar no autocarro em Alcochete, percorrer as ruas do Montijo a apitar depois da vitória contra a Holanda, ir até à feira das festas do Montijo equipada a rigor para mostrar o orgulho nacional... Gritar a plenos pulmões aquele refrão "Com uma força, com uma força, com uma força que ninguém pode parar" e ainda a música cuja letra vos deixo aqui hoje, numa homenagem ao que os Portugueses fizeram há 2 anos. Porque embora não tenhamos sido campeões, chegámos lá perto.

"Está tudo pronto? Dá-lhe gás!
Três, dois, um, vai arrancar
Uma espécie de hino em versão popular
Sem coisas de mão no peito e ar pesado
2004, o campeonato vai mudar nosso fado
Do coitado, do comido
Porque é que o país se queixa do que podia ter sido?
Mas nunca é. E a culpa nunca é nossa
É do árbitro, é do campo, é de quem nos deu uma coça.
Chega. Queremos mais, é um murro na mesa.
Um grito do Ipiranga em versão Portuguesa.
Porque até hoje, quase marcámos, quase ganhámos, quase fizemos...
Mas porquê quase? ...Passemos à próxima fase.
Marca mais, corre mais,
Menos ais, menos, menos ais,
Quero muito mais!
O conceito é muito simples: não desistir.
Mas será que é chato aquilo que acabamos de pedir?
É chato agora, acreditem no que digo:
Nós jogamos em casa e contamos com o Figo,
C' o Rui Costa, c' o Deco, c' o Simão e c' o Pauleta.
Razões para querermos mais que um lugar que não comprometa.
Será de mais pedir a taça?
Nada que um adepto com orgulho não faça.
Bonito, bonito, é dar o litro,
Não pôr as culpas no gajo do apito.
Vá lá gritar noventa minutos, cento e vinte, o que for
Do princípio ao fim, por favor.
Vamos lá, afinem-me essa voz
No fim, só ganha um... e temos que ser nós.
Marca mais, corre mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero muito mais!
Joga mais, sua mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero muito mais!
Nem custa tanto assim imaginar a vitória
No fundo, é só uma soma de momentos de glória.
Era bonito... Um abraço aqui, um abraço ali...
Abraço toda a gente, abraço quem nunca vi.
Vamos lá transformar isto numa grande festa
Sem pressão, Selecção, és a esperança que nos resta
Por isso, escuta: não te esqueças que a sorte protege os filhos da luta.
Não levem a mal a exigência
Mas p'a empates e derrotas já não há paciência.
Queremos mais, muito mais, menos ais
Scolari, já vimos aquilo que cê é capais.
Cê sabe que para ganhar é preciso ter fé
E a bola no pé.
...Querem mais?
Então vamos lá outra vez
Quem não salta agora aqui, não é Português
Sempre com o desejo de cantar na final
"Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal".
Tudo a postos,
Vamos ter fé uma vez na vida
E acabar o Europeu de cabeça e de taça erguida.
Se temos saudade, temos vontade, temos saúde, temos atitude
Se temos tudo, de que é que o Português se queixa?
...Era esta a vossa deixa.
Marca mais, corre mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero muito mais!
Joga mais, sua mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero muito mais!"
E para homenagenear o que a Selecção fez até agora no Mundial 2006, e para exprimir a esperança de que cheguem ainda mais longe do que chegaram, quando o jogo contra a Inglaterra está prestes a começar, deixo a nova versão do Hino da Galp.
"Cinco, quatro, três, dois, ...
Pois, não passámos do dois,
Mas deixemos os relatos infelizes para depois.
Estivemos quase,
Mas quase não sei se chega.
Mandámos vir champagne e deu-se a tragédia grega.
Como é que se diz? Foi por um triz
Que nós não pusemos os pontos nos is.
Nabice? Preguiça? Alguém faltou à missa?
Qualquer coisa lhes deu, não sei bem o que foi.
Só sei é que fizemos um grande campeonato mas na final não jogámos um boi.
Um boi?!
Foi ou não foi?
Corremos, marcámos, merecemos,
Saltámos, sofremos e fizemos sofrer.
Fizemos o possível enquanto houve combustível
E metemos o que havia para meter.
Como é que uma equipa com talento, magia
E um fututo de que tanto se disse,
Está disposta a deitar fora a energia
E se conforma em estar na história como "vice"?
Nada disso!
O tuga, que até hoje só provou que consegue ser segundo,
Vai, por isso, deixar de ser chouriço
E assumir o compromisso de ser campeão do mundo.
Corre mais, joga mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!
Há quem diga que Portugal não está em forma,
Modesto por norma, faz-lhe falta um safanão
Que nos faça de uma vez acreditar
Que entre os que podem ganhar
Está a nossa selecção.
A fasquia está alta? Não faz mal, Portugal salta
Com milhões a empurrar.
Até pode parecer louco, mas para nós segundo é pouco
E um louco não se deve contrariar.
Será demais pedir o mundo?
O que pedimos, no fundo, são ainda menos ais.
Porque todos se lembram do campeão
Mas não dos que são derrotados nas finais.
Ficar nos dois primeiros não tem mal nenhum,
É preciso é que fiquemos no número um.
Vamos apagar da história essa final de má memória
E vão ver que ninguém topa.
Porque eu posso estar errado, mas que eu saiba, em qualquer lado,
O melhor do mundo é o melhor da Europa.
Corre mais, joga mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!
Repete-se o refrão, a história é que não.
Marca mais, chuta mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!
É o retrato de um país aplicado ao futebol.
Tem tudo o que é preciso, só perde por ser mole.
Toca a acordar, pessoal!
Queremos mais garra,
Deixar de ficar felizes quando a bola vai à barra,
Vamos com tudo, meter o pé, chutar primeiro,
Que o último a chegar é calaceiro.
Ter medo deles? Isso era dantes!
Vamos embora encher de orgulho os emigrantes.
Sem esquecer que nas grandes emoções
Quando grita um Português, gritam logo 15 milhões.
Heróis de Berlim, nobre povo...
Não tinha graça cantar um hino novo?
Escrito pelo pé de artistas
Que vão alargar as vistas à nação verde e vermelha.
Ficar em segundo? Nem morto!
Ganhar ou perder é desporto? 'Tá bem abelha!
Venha a Alemanha, o Brasil ou a Argentina
Com cabelos de menina e cara de lobo mau,
Se calham a apanhar-nos pela frente e viram as costas à gente... TAU!
Corre mais, joga mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!
Repete-se o refrão, a história é que não.
Marca mais, chuta mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!
Seja no chão, pelo ar, de cabeça ou calcanhar,
De tabela, nas laterais ou no miolo...
Vai Ronaldo, finta um, finta dois, pode remataaar... e é o golo!!!
(É esta a vantagem da ambição,
Podes não chegar à Lua, mas tiraste os pés do chão.)
Marca mais, chuta mais,
Menos ais, menos ais, menos ais,
Quero ainda mais!"
Vamos lá Selecção! Desta vez não queremos uma bola perdida do Beckham nas estrelas, mas sim o nome da nossa nação! PORTUGAL!

Cansada

Esta semana fiz 2 orais: Francês e História. Correram ambas melhor do que eu esperava, mas sem dúvida alguma que a oral de História me correu lindamente. Fiquei tão feliz! Saí da sala com um sorriso rasgado. Depois da oral, que foi ontem ao fim da manhã, soube-me bem passar a tarde nas compras com a Vanessa. Obrigada pela tua paciência! Não sei como conseguiste aturar-me...

Comecei hoje a encaixotar algumas coisas que tinha no meu quarto: livros, CDs... Estou a começar a vislumbrar o quarto vazio de tudo o que eu mais estimo... Uma lembrança de que este vai deixar de ser o meu pequenino mundo...
Li no princípio desta semana, ou melhor, devorei, um livro que a Luísa me emprestou porque eu tenho há uns tempos uma obsessão por o reler. "A Casa da Floresta" de Marion Zimmer Bradley. Recomendo. Mas ainda não acabei de ler "Os Maias". Está a ser uma leitura a conta-gotas... Mas antes da oral terei acabado de ler.
Como não tenho muito mais para dizer, queria aproveitar para deixar aqui os parabéns ao Zé, que é, a partir de hoje, adulto. Pelo menos segundo a lei... LOL Beijinhos!
Bom fim-de-semana!