De volta
4 dias sem escrever no meu blog... 4 dias em que aconteceu tanto para contar... Portanto, o melhor é começar já, mas continuar o relato nos próximos dias.
Na Quarta, eu e a Tânia chegámos ao Porto às 8 da manhã. A minha excelentíssima prima tinha-me dito na véspera que não me iria buscar ao aeroporto porque tinha de ir a uma aula. No entanto, quando saí para o átrio do aeroporto lá estava ela com a minha tia. O reencontro das primas. Breve viagem de carro pelo Porto para irmos até à estação de comboios de Devesas: a rotunda da rede onde dorme o pessoal depois da Queima, a música da Melanie C que toca sempre às Quartas quando a minha prima vai de carro com a minha tia, de maneira que se vai tornar uma canção de mãe e filha. Depois tivemos de esperar nas Devesas pelo comboio seguinte. Entretanto a Tânia tinha sede e foi tentar comprar água a uma máquina. Regressou com outra bebida porque, imaginem, a máquina que vendia água só aceita Escudos! Em 2006! Se não acreditam comprovem na foto:
Isto só em Portugal... Já em Lisboa, saímos do comboio em Sta. Apolónia e fomos a pé até ao Terreiro do Paço, que pensávamos ser mais perto do que realmente era. Ainda por cima só havia barcos de hora a hora e não queríamos perder o das 14:00. Tivemos de ir apressadas, com as malas, ao sol quente de Portugal. Mas conseguimos apanhar o barco! A minha mãe estava à espera no terminal fluvial do Seixalinho; quando finalmente a vi senti que valia a pena todo o esforço do dia. Ela tinha de trabalhar à tarde, por isso deixou-nos em casa, eu tomei um banhito, fui estudar, e entretanto chegou o meu irmão querido, o Tiago. Eu escondi-me atrás da porta da cozinha quando o ouvi chegar e ele só me podia ver os olhos pela fresta. Pensou que era a minha mãe, mas quando se apercebeu de que era eu ficou todo atrapalhado, coitadinho! O Nuno diz que até lhe vieram as lágrimas aos olhos. Ao Tiago, quero dizer. Depois de levarmos a Tânia ao barco, já de novo em casa, enquanto eu tentava estudar, ele veio sentar-se ao meu colo e agarrou-se ao meu pescoço a dizer que não queria que eu fosse embora, que queria que eu ficasse com ele. Como é que uma irmã resiste a isto? Na Quinta acordei bem cedo para ir dar uma volta com a minha mãe antes do trabalho. Antes tivemos de deixar o meu irmão no infantário e ele, todo orgulhoso, queria que eu fosse com ele, para me mostrar aos amigos. LOL Depois do passeio com a minha mamã, voltei para casa para estudar mais um pouco e, já um pouco atrasada, saí de casa para almoçar com a minha amiga Patrícia. Gostei imenso de te ver, linda! Adorei aquelas 2 horitas que tive contigo! Souberam-me a Verão! Beijos para ti! Depois, sozinha porque a Tânia tinha ido para Lisboa para ir ao Super Bock Super Rock, voltei para casa e simplesmente não aguentei olhar para os exercícios de Matemática de tanto sono: fui dormir um bocadinho. A seguir à sesta voltei à carga. Chegou o meu outro irmão, o Bruno. Tinha saudades dele. No dia anterior não tinha podido estar com ele muito tempo, naquela azáfama toda. Mas nesse dia pedi à minha mãe que dissesse à mãe do amigo do meu irmão para o trazer para casa logo a seguir às aulas para poder estar com ele. O resto do dia tentei estudar mais um bocadinho. Acho que por hoje chega. Amanhã continuo o meu relato. Beijos!







